Um lugar que uma vez pude chamar de Meu Lar.
Um lugar pra ter Paz, carinho, atenção,
Um lugar pra ter Paz, carinho, atenção,
AMOR.
Por um tempo foi exatamente assim que
vivi, porém, as intempéries do
relacionamento não maduro, o desfez...
vivi, porém, as intempéries do
relacionamento não maduro, o desfez...
Duas pessoas que juravam amores uma a outra,
pouco a pouco,
começaram a não jurá-lo mais,
e sim, dize-lo, da boca pra fora.
e sim, dize-lo, da boca pra fora.
Foi-se indo,
Foi-se tocando,
Foi-se levando...
Foi-se tocando,
Foi-se levando...
O tempo. Ele não perdoa...
Aos poucos a rotina foi tornando-se
o dia-a-dia.
As semanas, um fardo.
Os fins de semana, uma obrigação...
o dia-a-dia.
As semanas, um fardo.
Os fins de semana, uma obrigação...
Meu coração, por muitos dias sofreu em
silêncio, sofreu calado, sofreu angustiado...
silêncio, sofreu calado, sofreu angustiado...
Minha mente queria a conversa, porém o
medo costurava minha boca...
medo costurava minha boca...
Meu coração a desejava, porém meu corpo
a repelia...
a repelia...
E em pouco tempo, o que era pra ser uma
linda história de amor,
linda história de amor,
FINDOU-SE
Desentendimentos, discussões, palavras mal
pronunciadas uns contra os outros,
cobranças, etc...
pronunciadas uns contra os outros,
cobranças, etc...
O Amor já havia acabado,
O costume havia adentrado a porta da
frente de nossa casa, NOSSO LAR...
O costume havia adentrado a porta da
frente de nossa casa, NOSSO LAR...
O fogo da paixão, tornara-se uma
centelha de fósforo, prestes a queimar
a ponta de nossos dedos(vidas)...
centelha de fósforo, prestes a queimar
a ponta de nossos dedos(vidas)...
Até que, em um dia triste qualquer,
o que estava se arrastando,
o que estava se arrastando,
TERMINOU
Obrigado Senhor,
Por tê-la colocado em meu caminho,
Por ter feito eu e ela aprendermos
muito ainda sobre a vida, sobre como
a devemos levar, como a devemos seguir...
Por ter feito eu e ela aprendermos
muito ainda sobre a vida, sobre como
a devemos levar, como a devemos seguir...
Obrigado...
Sem ressentimentos!
Texto de Cleverson Luiz Nicolau
