Acreditar

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Eu sempre acreditei no amor... casei aos 18 anos achando que eu estaria resolvida para sempre, mas o meu marido só soube ser o melhor pai do mundo, e como amante deixava na maioria das vezes a desejar, não porque ele fosse quem eu não gostasse, mas porque ele é um pouco egoísta em relação ao sentimento entre homem e mulher. Penso eu que ele nunca acreditou no amor ou também não foi amado ou julgava merecer, não sei... só sei que para mim isso que ele tinha para me oferecer não bastava. Daí aconteceu que meu coração ficou vazio e deu espaço para ser preenchido por outra pessoa que me amasse da mesma forma que eu desejava ser amada. Esta pessoa para mim foi como contemplar novamente tudo aquilo que achava que não existia. Mas com a maturidade, 39 anos, eu não só encontrei um novo amor como também encontrei a paz de espírito dentro de mim. Hoje continuo muito amiga do pai das minhas filhas, pois nós percebemos que tínhamos dentro de nós uma grande amizade, talvez de vidas passadas. O meu primeiro marido é para mim um verdadeiro amigo eterno, tanto eu acho isso dele como também ele acha de mim. Eu sempre acreditei que todos nós somos regidos por uma força maior, que nos impulsiona para aproximarmos do bem e do mal. Sendo assim, devemos buscar a paz espiritual para alcançarmos o nosso desejo de encontrar a nossa Alma Gêmea. Agora estou muito feliz por não ter desistido e muito menos desacreditada em Deus. “Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou, O que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar”.

TRADUÇOES

Clipe Traduzido